27.12.12

Resenha - Antes que eu vá



 Samantha Kingston tem tudo: o namorado mais cobiçado do universo, três amigas fantásticas e todos os privilégios no Thomas Jefferson, o colégio que frequenta — da melhor mesa do refeitório à vaga mais bem-posicionada do estacionamento. Aquela sexta-feira, 12 de fevereiro, deveria ser apenas mais um dia de sua vida mágica e perfeita. Em vez disso, acaba sendo o último. Mas ela ganha uma segunda chance. Sete “segundas chances”, na verdade. E, ao reviver aquele dia vezes seguidas, Samantha desvenda o mistério que envolve sua morte — descobrindo, enfim, o verdadeiro valor de tudo o que está prestes a perder. ... Em uma noite chuvosa de fevereiro, Sam é morta em um acidente de carro horrível. Mas em vez de se ver em um túnel de luz, ela acorda na sua própria cama, na manhã do mesmo dia. Forçada a viver com os mesmos eventos ela se esforça para alterar o resultado, mas acorda novamente no dia do acidente. O que se segue é a história de uma menina que ao longo dos dias, descobre através de insights desoladores, as conseqüências de cada ação dela. Uma menina que morreu jovem, mas no processo aprende a viver. E que se apaixona um pouco tarde demais.


Sinopse: E se você tivesse que viver um dia da sua vida várias vezes, qual séria? O de Samantha é dia 12 de fevereiro, o dia do cupido, onde você percebe o tamanho de sua popularidade; era para ser um dia perfeito, por que não seria quando ela tinha o namorado mais cobiçado da escola, três melhores amigas, e popularidade?

  Tudo estava perfeito, porém por algum motivo após um acidente de carro, Sam tem que viver aquele dia, não uma nem duas, mas sim sete vezes. O livro trata de um assunto muito delicado, o Bullying, e cutuca a ferida de uma forma que eu nunca tinha lido algo parecido.

  É de se esperar que o livro acabe se tornando monótono, já que o livro inteiro é a estória de um dia, mas não é bem assim, pois é impressionante a forma como Sam trata cada dia diferente; Tem dias em que ela está rebelde ou revoltada, e tem dias que ela está conformada e tentando se livrar da situação. Mas quando olhamos atentamente percebemos que isso é a evolução de caráter da personagem.

  É muito difícil ler esse livro, e não parar pra pensar na sua vida, nas suas escolhas, e que tudo podia ser diferente, é difícil não pensar no ''E Se... ''

  Mas de todas as formas o livro é muito lindo, e no final eu até fiquei inconformada, porque de um modo estranho é como se o livro tratasse da realidade, e no final não acontecer nada de mágico, mas mesmo assim, o livro deixa uma mensagem muito forte de que Nunca é tarde demais.

  É um livro que eu super indico, e é difícil não ler e não mudar a sua perspectiva de vida...


''Na maior parte do tempo —99% do tempo— você simplesmente não sabe como e por que os fios estão presos juntos, e isso é ok. Faça uma coisa boa e algo ruim acontece. Faça algo ruim e alguma coisa boa acontece. Não faça nada e tudo explode''.




''É estranho o quanto as pessoas mudam. Por exemplo, quando eu era criança eu amava todas aquelas coisas —como cavalos e o Fat Feast e o Ponto do Ganso— e com o tempo todos eles simplesmente sumiram, um depois do outro, substituído por amigos e MSN e celulares e garotos e roupas. É meio triste, se você pensar nisto. Como se não houvesse nenhuma continuidade nas pessoas. Como se algo rompesse quando você chega aos doze, ou treze, ou qualquer que seja a idade quando você não é mais criança e sim um “jovem adulto,” e depois disso você é uma pessoa totalmente diferente. Talvez até uma pessoa mais infeliz. Talvez até uma pessoa pior'



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